Bem, verdes como prometido aqui ta a tua fic. Sei que não é isto que esperas mas como te disse eu dedico-me ás fics de pedido de acordo com a dedicação e encorajamento que a pessoa que me pediu dedicou ás minhas.
Agradeço a uma senhorita chamada Blody por ter revisto isto. E ter ficado parva com o nível de maluquice aleatória que saiu daqui xD.
Aqui está.
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Verdes e a bebedeira teatral
Uma garrafa e meia de whisky foi o que bastou para trazer ao de cima o lado teatral do Verdes. Ninguém sabia o que achar daquilo. Ele imitava um solo de guitarra do topo das escadas da pensão na qual estava a passar férias.
“Que horas são? Já deve ser quase meia-noite…”
Uma rapariga que estava ali vê o relógio.
“São 9:30”
Verdes continua com a guitarrada teatral como se não tivesse sido interrompido. “O meu corpo está a falar para mim, diz que é “Tempo para o Perigo””, cantava ele, abanando bem as ancas na última frase. “Diz que eu quero cometer um crime, quero ser a causa duma luta, isto está a sair-me completamente aleatório da cabeça. “ (Supostamente ele está a cantar!!! xP)
Muitas pessoas, mais velhas do que ele, olhavam para ele com cara de alarme, sem saberem muito bem se deviam ou não fazer algo.
“Eu quero vestir uma mini-saia e curtir com alguém.”
Muitos homens por instinto puxaram as suas namoradas para perto de si. Entretanto, alguns homens mais carentes tinham olhares de esperança, sorrindo de orelha a orelha à imagem mental do Verdes com uma mini-saia.
Verdes tocava bateria nas cabeças das pessoas enquanto descia as escadas.
Um homem levantou o seu copo e brindou à alma cantante que por ali passava.
“Levanta-te, a vida é demasiado rápida. Sei dum lugar porreiro onde uma miúda dança no fogo.” Cantava ele, arrancando diversas flores do seu canto seguro da sala comum.
“Não precisas de dinheiro, eu entro sempre de borla. Também podes entrar se vieres comigo. Vamos sair esta noite!” Verdes saltava dum sofá para o outro enquanto era vigiado por um grupo atento de espectadores.
“Tenho que sair esta noite!” Cantava ele para uma velhinha que ali passava.
“Queres jogar? Vamos fugir. Não voltamos antes do dia de ano novo.”
“Mas é Abril!” exclamou a rapariga das horas.
Verdes desliza até ela. A sua única resposta à frase dela foi “Miau”, acompanhando as palavras por um movimento panasca das ancas.
A procissão do Verdes continuou até á porta da pensão. Ele abre-a e corre para a rua. Estende os braços e continua a sua odisseia cantante.
“Quando receber uma piscadela do porteiro, saberás o quão sortudo eu sou.”
“Que estás perante um felino da avenida não sei das quantas porque estou demasiado bêbado para ler o resto da placa que está tapada pelo senhor polícia que está á minha frente.”
“O jovem não está lá em grandes condições.” Dizia calmamente o senhor policial enquanto caminhava lentamente em direcção ao Verdes deveras intoxicado.
Verdes baixa logo os braços em alarme, depressa terminando a sua música e começando com outra.
“Isto é estranho.”
“É mesmo estranho.” Diz o polícia, já levado um pouco pela nova melodia.
“Muito estranho.”
O polícia respondeu com silêncio, mas não deixando de manter contacto visual com o Verdes.
“Diga algo, qualquer coisa.” Pede Verdes.
“Senhor, por favor me acompanhe à esquadra para contactarmos com a sua família sobre o seu estado. “
“Por favor… tudo menos isso.”
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Love is Auto-Suicide © Rasec and Annie lda. inc. etc.
(Will all the bad stuff we go trough to have the love of the person we love stop one day?
And then we can have peace in our hearth and have her love?
Who knows but it's time to finally know it.)