-Capitulo 5-
Verdes: E a Fiby sabia!
Sofia: Estranhamente tudo converge para uma pessoa...
Nick@: Para mim tudo isto está óbvio demais...quando isso acontece em geral não é essa pessoa!
Zuky: Isto é realidade Nick@...não uma fic escrita por um gajo qualquer!
Nick@: A tentar sair do lote de suspeitos, Zuky? Ainda suspeito de ti e da Sofia...
Fiby: Parem de me culparem, ou culpar os outros! Vamos nos concentrar nas consequências de se ter um caso com uma imperadora!
Winder: Primeiro vamos nos concentrar na veracidade da informação! Verdes, provas...
Verdes: Duas provas, na verdade! Achei estas duas cartas no caixote do lixo da Fiby!
Fiby: TU VASCULHASTE O MEU LIXO?
Verdes: Não...a tua casa toda na verdade!
Fiby: Ora seu...
Selma: Prossegue... – impaciente.
Verdes: Sim, em ambas as cartas, em síntese, o assunto é: “Por favor” – fazendo tom dramático – “Perdoa a minha traição. Eu sei que tenho passado muito tempo com ela, mas acho melhor ficar em segredo... o meu caso com a Maria.” Podem ver.
Winder: Então, Fiby, já que as cartas eram, ou melhor, são tuas, conta-nos mais sobre isto.
Fiby: É verdade, realmente os dois tinham um caso, mas, não era apenas eu quem sabia! Aliás, quem me contou, pedindo desesperada por um conselho, ou um modo de separar os dois...foi a Senhorita Patsu...que fez questão de lançar suspeitas para cima de mim, inclusive.
Patsu encolhe-se toda vermelha e tímida ao passo que as pessoas lhe lançam olhares pesados.
Annie: Vais só ficar quieta aí? Sem dizer nada?
Patsu: Eu...eu tinha...eu tinha medo, a Miki já desconfiava dos dois...
Zuky: Mais uma suspeita!
Nick@: Novamente a querer tirar-se da lista de suspeitas!
Zuky: E por acaso tu também não te estás a tirar da lista de suspeitas? A acusar-me directamente?
Nick@: Sim...mas...
Sofia: Tens razão! Tu sempre acusas muito os outros...
Selma: Parem com isso! Voltemos ao assunto antes que o mesmo se disperse mais uma vez!
Winder: Certo...consequências de ser amante da Maria...
Annie: Primeiro o mal-olhado natural, visto que muita gente tenta e não consegue...
Winder: Sim, além do mal-olhado?
Loba: Tem...na verdade...tem uma coisa...que pouca gente sabe, inclusive...
Winder: E que seria...
Loba: Se o caso dos dois for reconhecido...ele torna-se um imperador também!
Annie: Como?
Selma: É verdade...é um direito quase oculto do Estado.
Zuky: Isso aumenta um pouco a lista de suspeitos...alguém mais sabia do caso do Rasec com a Maria?
Patsu: A Nick@ viu os dois...eu sei que já viu...
Nick@ assustada: Estás louca?
Patsu: Não, sempre que eu sabia que os dois se estavam a encontrar, eu ficava aflita e atenta em tudo à volta e foi quando eu te vi, talvez de relance tu tenhas visto os dois juntos, porque a tua cara foi de surpresa e espanto...mas espera...mais alguém estava lá..tanto que tu comentaste algo com a pessoa...
Nick@: Eu não sabia que era mesmo o Rasec...
Murasaki: Mas suspeitavas?
Nick@: Sim...e a Ninakat sabe muito bem disso, porque foi com ela que eu comentei...
Ninakat rindo sem graça: Pois...
Zuky: Estranho...sabes que em momento algum eu vi vocês as duas sequer a conversar, durante, não só a festa toda, mas nesta reunião...
Nick@: Sinceramente, não sei o que responder!
Murasaki: Ninakat...
Ninakat: Não quero falar...
Winder: E mais alguém sabia?
Patsu: Não que eu saiba pelo menos...
Winder: Certo...então, Patsu, na próxima reunião traz a Miki e a Maria, se elas não vierem...
Patsu: O que...?
Winder: Nada, nada...
Patsu: ...
Winder: Certo, até há próxima reunião.
Nick@: Espera, esta já acabou?
Winder: Sim, alguém gostaria de ficar com a cópia desta fita?
Annie: Na verdade...eu gostaria sim, nós quatro na verdade.
Winder: Certo – sorri – farei uma cópia para o Quarteto Desnaturado.
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Em um pequeno, porém luxuoso restaurante da cidade as duas imperadoras ocupavam uma mesa. Apesar de já estarem a comer a sobremesa não falavam sequer uma palavra, mal se olhavam na verdade. Desesperando-se com a situação ela resolve quebrar o gelo.
Miki: Está um pouco frio hoje...
Maria: Anh? Ah, sim, está mesmo...
Miki:...
Maria:...
Ficam mais um tempo em silêncio, já estavam na metade da sobremesa.
Miki: Tu...estás ansiosa?
Maria: Um pouco...
Miki: E...estás a pensar nele?
Maria: Em quem?
Miki: No Rasec, claro!
Maria: Porque estaria?
Miki: Ele morreu...
Maria: Ah, claro...não tem como não pensar nisso...
Miki:...
Maria: Miki...
Miki: Sim?
Maria: Eu vou para casa.
Miki: Certo, eu vou contigo...
Maria interrompendo bruscamente: Não! Não é preciso!
Miki: Mas...
Maria: Sem “mas”...
Dizendo isso levanta-se e sai apressando o passo, teria que chegar depressa á sua mansão e Miki não poderia ir com ela. Na sua cabeça um turbilhão de pensamentos, lembrava-se de inúmeras e pequenas coisas, gestos durante a festa, gestos depois, comentários de certas pessoas, lembrava-se de muita coisa, mas dentre elas havia um destaque grande para um nome, uma pessoa “Sofia!” pensava impaciente a imperadora.
Não demora e logo vislumbra a sua mansão.
Maria: Tenho que ser rápida! – diz para si mesma.
Entra na sua mansão depressa. Talvez estivesse maluca, não deixou de considerar a hipótese de que tudo podia ter sido uma alucinação sua.
Maria: O quarto! – pensa apressada.
Corre em direcção ao seu quarto e abre rapidamente a porta, anda lentamente em direcção à cama e olha debaixo da mesma.
Maria: Não foi alucinação...o que faço?
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Zuky: Se queres uma coisa bem feita, tens que ser tu a faze-la!
Em frente á morgue a moça ganhava coragem para entrar. Tinha medo do que poderia ter que ver lá dentro, mas precisava a todo custo descobrir o paradeiro do corpo.
Enfim as suas pernas movem-se e ela entra no estabelecimento, um cheiro, que deveria ser típico de morgues, deixa-a levemente enjoada, mas não é suficiente para abalá-la.
Homem: Olá, em que posso ajudá-la?
Zuky: Olá, eu vim reconhecer um corpo...
Homem: Ah, sim, claro, qual o Nº?
Zuky: Perdão, não sei.
Homem: Então, desculpa, mas não a posso ajudar – diz forçando um sorriso amarelo.
Zuky: É que eu quero verificar se realmente é o meu amigo, o nome é Rasec.
Homem: Ah, sim, sim, como iria esquecer, mas o corpo dele desapareceu...
Zuky: Eu sei...
Homem: Então o que veio fazer aqui? – pergunta em tom grosso.
Zuky: Só queria verificar...
Homem: Sim, realmente o corpo sumiu, provavelmente alguém o tirou na minha hora de almoço que é quando não fica ninguém aqui na morgue.
Zuky: E posso ver lá dentro?
Homem: Aonde ficam os corpos?
Zuky: Sim...
Homem: Tudo tem o seu preço...
Zuky: Não faria isso por uma grande amiga das imperadoras?
O homem assusta-se, mas logo faz pose de descrença, zuky então tira uma velha foto do bolso e mostra-a para ele. Exclamando consigo mesmo ele abre um sorriso de orelha a orelha e logo se derrete todo em gentilezas.
Homem: Claro, entre! Entre! Quer um café?
Zuky: Não obrigada.
Zuky (Mau Feitio), para si mesma: É óptimo andar com esta foto! Próxima vez vou usa-la no cinema.
Eles entram no lugar onde os corpos ficam. Zuky surpreende-se pela enorme quantidade de portinhas para corpos.
Homem: Aqui, Corpo B-102 – abre a portinha e tira de dentro o suporte do corpo – vê? Vazio.
Zuky: Tem algum compartimento destes vazio?
Homem: Sim, á volta de uns 30...
Zuky: Você poderia verificar todos, por favor?
O Homem assusta-se e faz uma cara de tédio.
Homem: Porquê exactamente?
Zuky: E se alguém tivesse entrado aqui, tirado o corpo de um desses compartimentos e o tivesse posto num vazio?
Homem: É bem possível. Vou verificar.
Zuky: Enquanto você verifica, posso dar uma volta?
Homem: Claro, claro...
Zuky anda pelo estabelecimento, já se tinha acostumado com aquele estranho cheiro, o que a permite andar atenta, qualquer coisa poderia ser um sinal de uma possível fuga. Não demora muito e logo acha o que seria o sinal mais suspeito, o tubo de ventilação. Além de grande não ficava a uma altura muito alta do chão, sendo acessível para ir e vir.
Zuky: Esta ventilação aqui. Não seria possível que alguém tivesse entrado e saído com o corpo por aqui? – pergunta.
Homem: Sim, é bem possível. Mas não creio ter sido isso.
Zuky: E porquê?
Homem: Porque não há nenhum sinal de sangue, nem de cabelo, nem de nada de um corpo ao longo do tubo de ventilação. E no estado em que o corpo se encontrava, seria algo impossível isso acontecer.
Zuky: Mas, não tinha nenhuma capa a proteger o corpo?
Homem: Sim, mas aí que é estranho! A capa foi deixada num canto da sala de autópsia e totalmente lavada. Excepto uma região, bem no fundo, aonde tinha um pouco de sangue.
Zuky: E esse sangue...
Homem: Era mesmo da vitima.
Demora mais um tempo até o homem enfim declarar, em tom cansado.
Homem: Todas continuam vazias!
Zuky: Não seria possível que o corpo tivesse sido colocado numa câmara já ocupada?
Homem: Creio que seria muito difícil, o espaço é muito pequeno.
Zuky: E você podia-me levar até a sala de autópsia?
Homem:...
Zuky: Por favor? – com a foto nas mãos e olhinhos a brilhar.
Homem: Tudo bem... – e vão para a sala.
Homem: Não ligue ao cheiro, a sala é limpa todo dia.
Zuky: E a capa?
Homem: Ali, mas ela já foi completamente limpa, agora pode ser aproveitada de novo.
Zuky: Certo...então deixe, agora preciso de ir...
Homem: Certo. Qualquer coisa pode ligar.
Zuky: Ah sim, uma última pergunta, porque é que o corpo do Rasec veio directo para cá e não para a polícia?
Homem: Mas, ele não veio directo para cá...
Zuky: Não?
Homem: Não, antes de vir para cá o corpo foi para a policia, mas a autópsia foi impedida de ser feita lá, por isso ele acabou por ser enviado para cá e tanto a autópsia quanto a perícia de investigação seriam feitas aqui, na morgue, foi esse um motivo, aliás, que demorou tanto para fazerem a autópsia e a perícia, que no fim de contas nem foram feitas.
Zuky: Espera. Não foi feita nenhuma perícia no corpo?
Homem: Não.
Zuky: E você disse que o corpo foi impedido de ser analisado pela polícia?
Homem: Não, ele foi impedido de ser analisado na sala de autópsias da polícia. O local estava fechado para investigações.
Zuky: Investigações? E quem foi o investigador que impediu a sala de ser usada?
Homem: Ah...não me lembro...deixe-me ver aqui.
Ela espera um pouco e logo o homem aparece com um papel.
Homem: Aqui, um tal de...Winder. Ele foi quem não autorizou a sala de ser usada.
Zuky: Certo...era o que eu queria saber. Muito obrigada!
Dizendo isso, vai embora.
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Murasaki: Estranho, uma mensagem do Winder.
Loba: Também recebi...
Murasaki: A reunião foi adiantada, será amanhã! Todos que receberam esta mensagem devem aparecer! Ou serão suspeitos em Primeiro Grau!
Em outra região da cidade a imperadora entrava na sua mansão, nervosa, carregando um telemóvel nas mãos com uma mensagem recebida do Winder.
Miki: Ele fez de uma maneira que não deixa escolha!
Maria que estava com Patsu à sua frente, adianta-se.
Maria: De qualquer jeito nós temos que ir. Foi revelado...
Miki: Que humilhação!
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Reunião final vai começar. Penúltimo capitulo é quando tudo ira começar a ser revelado.
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Love is Auto-Suicide © Rasec and Annie lda. inc. etc.
(Will all the bad stuff we go trough to have the love of the person we love stop one day?
And then we can have peace in our hearth and have her love?
Who knows but it's time to finally know it.)