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 Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)

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Miki
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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Sex Jul 04, 2008 11:01 pm

Duas Sis juntas. xD

Vai dar farinha !

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Rasec



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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Sex Jul 11, 2008 7:35 am

Aqui está as duas fics que tinha prometido que ia pôr.

Desculpem lá pô-las uns dias mais tarde do que tinha dito mas o meu organismo deu-lhe na tola para ter de novo uma recaída e passei uns diazitos no hospital. Bem que no meio de tanta máquina podia haver alguma que me ligasse á net, mas só faziam bips e bops, xD.
Mas mais vale tarde do que nunca.


Espero que gostem.

Já agora para quem quiser ler sobre o que vai ser as próximas duas fics basta ler o spoiler.
Spoiler:
 


Pronto já acabou o testamento e já podem ler as duas fics.

--------------------------------------------------------

Pedra, Papel, Dinamite

“Sim!” grita Fiby-chan, saltando da cadeira para cima da mesa. “Não há aula de matemática!”

Miki olha para a sua colega, admirada. Está claro que ter uma hora livre é melhor que ter uma aula de matemática, mas a Fiby-chan estava a exagerar um pouco.

“Sai de cima da mesa,” diz Miki. “Pareces uma idiota.”

Fiby-chan ouve a sua amiga e salta de cima da secretária e senta-se em cima dela.

“Estou aborrecida.” disse ela.

“Estavas á um momento atrás a saltar de um lado para o outro porque não temos aula,” disse Miki. “Como é que já podes estar aborre...”

“Já sei!” Disse Fiby-chan interrompendo a Miki. “Vamos jogar ao pedra, papel e tesoura! Vou-te vencer neste jogo!”

“Nem pensar,” Respondeu Miki, “Eu é que te vou arrasar!”

E então começou a 3,268,472ª disputa mensal entre as duas...

“Pedra, papel, tesoura...”

Fiby-chan escolhe pedra, Miki escolhe papel.

“Eu ganhei!”

“Não! Outra vez! É á melhor de três.”

“Pedra, papel, tesoura...”

Fiby-chan escolhe tesoura, a Miki escolhe pedra.

“Eu ganhei outra vez.”

“NÃO! É á melhor de cinco.”

“Está bem!” responde Miki. “Eu vou continuar a ganhar e vou.”

“Pedra, papel, tesoura...”

Miki escolhe pedra, Fiby-chan escolhe...

“Mas que raios é isso?” pergunta Miki, apontando para a estranha figura que a Fiby-chan estava a fazer com as mãos.

“É dinamite! Tem poder para arrebentar com tudo!”

“Isso não conta.”
“Conta sim.”

“Não conta.”

“Conta sim!”

“Tanto faz, mesmo assim, arrebentei contigo com o poder da dinamite!”

“Ah, acabei de me lembrar de algo.” Diz Fiby-chan. “Poder soa muito parecido a f...” Miki mete a sua mão na boca da Fiby-chan mesmo a tempo.

“Não convém dizer isso no meio de uma sala de aula.” disse Miki.

“E? Mesmo assim eu arrebentei contigo no jogo.” responde Fiby-chan.

“Na verdade, eu é que te venci.”

“Não venceste nada!”

Miki olha para ela e suspira.”Tanto faz. Lembra-me é para não jogar ao pedra, papel e tesoura contigo. Prefiro ter aula de matemática.

--------------------------------------------------

Borboletas no estômago

(O local é numa sala de aulas, a SweetGun é a professora e os restantes são alunos)

“Oh, stôra, serei eu uma borboleta?” pergunta Fiby-chan, acordando, e vendo a sua professora a olhar para ela com uma expressão de poucos amigos.

“O quê?” pergunta SweetGun, temporariamente confusa.

“Eu sonhei que era uma borboleta, e agora estou acordada...” Fiby-chan parecia perplexa. “Ou estarei a sonhar neste momento?”

SweetGun tirou só um segundo para considerar a frase de Fiby-chan. “Quem se importa com isso?” E depois deu com o livro na cabeça da Fiby-chan. “Não durmas na minha aula.”

“Okay.” disse Fiby-chan, enquanto a sua cabeça inclinava-se para baixo devido á pancada do livro.

“Estou um pouco preocupada, stôra.” disse Fiby-chan.

“Sobre o quê?” responde SweetGun. “Mas o que é que te preocupa? Dormir menos nas aulas do que é costume?”

“Suponha que eu sou uma lagarta, e depois vou para um casulo...” Depois Fiby-chan disse nada, parecendo que estava a tentar adicionar entusiasmo ao que estava a dizer. “E se quando o casulo abrir, eu me tornar uma traça... e não uma borboleta? Devo ficar desapontada?”

SweetGun estava abismada. Seria boa ideia atingir de novo a Fiby-chan com o livro? Ou iria fazer as coisas ficarem ainda piores?”

“Conversa esquisita! Eu estou é com fome.” diz Verdes.

“Então estás com borboletas no estômago.” disse Fiby-chan.

Verdes nem respondeu. Nunca se sabe o que poderia sair da mente dela.

“Eu me pergunto se serão tal e qual como quando se têm lombrigas? Talvez uma borboleta aterrou em cada bebé, e largaram ovos nas suas bocas?” pergunta Fiby-chan. “Ou talvez foi uma borboleta que acidentalmente voou para dentro do nariz de alguém, e limitou-se a entrar mais dentro.”

“Não são na realidade borboletas no estômago. È só uma maneira de dizer.” responde Verdes.

“Mas então como é que sabemos qual é a sensação de ter uma borboleta no estômago?” pergunta Fiby-chan. “Será que alguém comeu uma, mas ela não morreu, e limitou-se a voar ás voltas dentro do estômago?”

“Cala-te.” disse Verdes.

“Se calhar era uma traça que estava no estômago, e ela estava embaraçada e disse a todos que era uma borboleta?” disse Fiby-chan.

“Cala-te.” disse Verdes, mais uma vez.

“Eu ouvi em algum lado que as borboletas controlam o tempo.” disse Miki.

“A sério?” pergunta Fiby-chan “Queres dizer que elas são mágicas?”

“È a sua maneira de bater as asas.” responde Miki.

“Então elas causam a chuva e as nuvens? Isso é um trabalho importante. “Mas isso quer dizer que elas também causam a trovoada, tempestades e furacões.”

Uma borboleta passa á frente dos olhos da Fiby-chan (quase indo contra o seu nariz). Ela de repente a agarra.

“O-- o que estás a fazer?” pergunta Miki, admirada pela violência súbita da Fiby-chan contra os insectos pequenos.

“Pensa nisto, Miki. Toda a borboleta parada é uma vida salva duma cheia ou nevão.” disse Fiby-chan. Ela começou a perseguir a borboleta.

“Não, para!” grita Miki, correndo atrás da Fiby-chan.

“Olá! Já se esqueceram da aula, foi?” pergunta SweetGun mas sem resposta de ninguém. “Eu sabia que devia ter ido para a faculdade de direito. È a vida!”

---------------------------------------------------

Dia 14 ponho a da Sofia e até a meio de Setembro tenciono pôr mais, por isso espero que continuem a ler e a comentar.

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Sex Jul 11, 2008 9:18 am

Pedra, Papel, Dinamite! xD
Vou começar a usar o dinamite quando jogar. xD
Muito boas. ^^
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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Sex Jul 11, 2008 4:01 pm

WAWW *____________* Adorei! <3

Não há aula de Matemática? Iupiii ^0^ Pedra,papel,dinamite! is love<3

Adorei a das "Borboletas no estomago também" : D
Agora sou uma obsecada com borboletas? Talvez devesse ingolir uma para ver se ela fica a voar ... x'D *morre*

Obrigada Rasec ^-^

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Sex Jul 11, 2008 4:20 pm

Ainda bem que gostaste.
Considera como que uma prenda de anos antecipada.
Mas tenho mais umas coisinhas mais visuais para te oferecer de prenda de anos. O único senão é que no dia que fazes anos não terei acesso á net. Logo se vê.

Ah, e vê lá se vais ler os capitulos 6 e 6.66 da fic das férias. É que ainda ninguem os leu
Eu sei que ela é uma porcaria mas também não é motivo para fugir dela =P

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Sab Jul 12, 2008 5:11 pm

Lulz, tão giro xD Gostei sim, desu 8D

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Dom Jul 13, 2008 2:45 pm

Aqui vai mais uma e decidi pôr um dia mais cedo do que o previsto.


E mais uma vez a MP foi como que a inspectora do produto final.
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Quantum Sofia

Era um dia comum na classe da SweetGun. Maria, Ninakat e Miki estavam todas juntas á volta da mesa discutindo algo quando Sofia repentinamente se aproximou delas com um olhar de determinação no rosto.

“Eu escutei algo divertido no fim-de-semana passado”, disse Sofia, “Mas eu tive um problema.”.

“Qual é o teu problema?”, perguntou Miki.

“Eu não escutei o final e então eu tinha a esperança que alguma de vós pudesse-me ajudar a entender isto de vez.”

“É claro que nós podemos! Tens aqui três génios ao teu lado, Sofia!”, gritou Ninakat fazendo com que Maria e Miki olhassem espantadas para ela.

“Certo, então aqui vai. Tu pões um gato num compartimento selado.”.

No fundo da sala, Loba começou a prestar atenção de imediato.

“E no compartimento está um frasco de gás venenoso.”.

Loba ficou pálida.

“Depois de uma hora há uma hipótese de 50 % de que o gás tenha sido libertado.”, continuou Sofia.

“Qual é a finalidade disso?”, perguntou Maria. Sofia pausou por um momento.

“Eu esqueci-me...”, Sofia suspirou, então ela continuou, “Então a questão é, se tu não abrires a caixa, o gato está vivo ou morto?”. As três garotas apenas mantiveram os olhares em Sofia.

“Sofia, não há como responder a isso.”, respondeu Miki.

“Onde é que escutas-te isso?”, perguntou Maria.

“EU SEI!”, Ninakat gritou. Todos olharam logo para ela.

“Se ele não está morto então está vivo e se ele não está vivo então está morto, então a resposta é: o gato está tanto vivo quanto morto!”. Todas continuaram a olhar para a Ninakat.

“Isso é a coisa mais idiota que eu já ouvi!”, berrou Maria.

Naquele momento, SweetGun entrou e todos voltaram a pensar sobre outras coisas. Excepto uma pessoa.

“Ele não está morto! Não está morto!! Não está morto!!!”, dizia repetidamente Loba no fundo da sala com olhos de choro.

Nota: Para quem não sabe esta fic foi sobre a experiência de
Schrödinger.
Eu simplifiquei demais o conceito mas acho que assim a fic ficou melhor. Podem encontrar mais sobre a experiência na wikipedia.
Duvido que alguém se dê ao trabalho de ir ver, por isso deixo aqui um pequeno resumo

Nota(2):
Erwin Schrödinger (1887-1961) foi um físico alemão que usou o experiência do gato para formular uma crítica ao modelo quântico, o qual contém leis que regem o mundo subatómico e que são incompatíveis para o mundo
material quotidiano.

Com a experiência do gato, Schrödinger questionou: os modelos que explicam o universo dependem exclusivamente do ponto de vista do observador ou não? Somente é real aquilo que pode ser observado ou não?

Além de levantar uma polémica filosófica através da experiência do gato, Schrödinger ganhou o Prémio Nobel de Física de 1933 devido à formulação de uma equação que leva o nome dele e que explica como os sistemas físicos funcionam na mecânica quântica.

Foi da equação de Schrödinger que se chegou ao conceito de orbital (o local mais provável onde um electrão se encontra). Como se pode ver, as fics também podem virar cultura científica.

Agora caso me venham perguntar porque raio me deu na tola para me lembrar desta experiência, a culpa é do Maioki. Por isso dêem cabo é dele.
Já estou safo.
----------------------------------------------------
Estão a ver. Não foi assim tão mal.
Dia 18 ou 23 meto o remake do 5º capitulo da fic das férias.

Agora gostava de pedir algo.

Tenciono pôr aqui num futuro próximo uma fic mais picante, chamada “A primeira vez” e acho que o nome já diz tudo.

Portanto, o que gostaria de pedir é duas pessoas que não se importem de ver os seus nomes na fic.
Um rapaz e uma rapariga.
Podem escolher alguém que não seja deste fórum. Pode ser quem vocês quiserem.
Até o Noddy. Bem, acho que talvez seja exagerado. Até o Bill, já que pelo vistos há muita moça aqui que gosta dele.

Ajudem-me se não terei que inventar, e isso não será bom.
Muhahahahahahahahaha.
MEDO!!!! MUITO MEDO!!!!!!

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Dom Jul 13, 2008 5:37 pm

Ãhaha x'DD Primeira a ler.

Está demais<3

“Se ele não está morto então está vivo e se ele não está vivo então está morto, então a resposta é: o gato está tanto vivo quanto morto!”.

OMG x'3 Muito bem.


Mal posso esperar pela próxima.

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Dom Jul 13, 2008 5:55 pm

Wow, tu leste a fic e nem te assustaste nem fugiste pela tentativa de dar um pouco de cultura cientifica a uma fic.

Os meus parabéns.

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Dom Jul 13, 2008 8:53 pm

Aha sou uma pessoa corajosa ^-^
Muito obrigada.

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Sex Jul 18, 2008 3:29 pm

Aqui vai como prometido o remake do quinto capitulo da fic das férias.
A razão porque o decidi pôr está num post anterior e não estou para fazer copy-paste.
Quem quiser saber que vá ler, como se alguém se desse ao trabalho. Nem eu =P
------------------------

Que m.... de férias! (remake do 5º capitulo)

Ou como eu o chamo de forma carinhosa:

Que c...... de férias! (capitulo 5.01)

---------------

Resumindo o último capitulo:

-Preguicite aguda a escrever.

-É igual ao resumo do 5º da fic das férias.
------------

De volta ao interior do “O túnel escuro e assustador”, o nosso bom “amigo” Ruca e a Maria estão sentados sozinhos no barquinho da viagem. Maria suspira e cruza os braços.

“Estou aborrecida. Esta viagem não presta. Tu não prestas. Eu quero um cachorro quente--”

“Eu dou-te é um cachorro quente com EXTRA MOSTARDA se tu não te calas!”

Maria pestaneja. Inserir aqui silêncio esquisito. Ruca tosse e esfrega as suas mãos-- err, quer dizer “mãos esquisitas.”

“Olha ali um pónei magico com doces!”

“HUH?! ONDE?!” Enquanto Maria salta á procura do tal pónei, Ruca aproveita para cometer suicidio-- Quer dizer-- saltar para cima da moça.

“Agora és minha-- oh Deus...”

Nesse preciso momento o barquinho dirige-se para uma cascata. E é uma longa descida. Longa descida.

“VAAAAAIIIIII----TTTTTTEEEEEE LLLLLLLLIIIIIIIIIXXXXXXXXAAAAAAAAARRRRRRRRR“

Eeeee, a sua voz deixa-se de ouvir.
------------

De volta com a Loba e o Verdes, o par tinha saído recentemente duma montanha russa daquelas que andas de cabeça para baixo e tudo, com um nome bastante esclarecedor, “Esta-Viagem-Vai-Te-Fo...-As-Costas.”

“Okay Verdes! Agora que já andamos naquela atracção, podemos agora ir para a “Girar-até-Desmaiar”! Ah, isto é muito divertido, certo?!”

Infelizmente para a Loba, Verdes estava ainda enjoado da viagem da montanha russa. Loba arrasta-o pela trela a dá ao homem á frente da atracção os dois bilhetes.

“Verdes, fica mais vivaço! Assim perdes o divertimento todo.”

“Haha, divertimento.”

Verdes continua enjoado. Loba decide carregar com ele em cima dos seus ombros(Mas afinal qual é a sua força?), e entra na atracção. Um rapaz e a sua irmã tinham infelizmente escolhido o lugar que a Loba queria. Loba decide ladrar para cima deles.

“Saiam do raio do meu carro, suas aberrações!”

Olha logo quem fala, Loba.

“Cala-te, voz esquisita que está na minha cabeça!”

Não obrigado, e a palavra é Narrador, diz agora comigo- Nar-ra-dor, Nar--

“Vai-te fo...!”

As crianças tremeram e fugiram da mulher maluca que estava a falar para si mesma. Loba riu-se e pousou o Verdes no lugar.

“Estás a ver, a Loba consegue sempre o que quer!”

Verdes suspira e encostasse num canto a recuperar do enjoo. Loba olha para ele e corou.

“Tão giro... Acho que vou viola-lo agora!”

E então a viagem começa para os dois! Vamos para o “encontro” da Miki e da Nuno!”
---------------------

Bem, não é bem um encontro, mais ou menos Nuno arrastou-a para longe da Naomih e da Lain e estava a passear com a Miki. Miki aponta para uma banca de algodão doce e corre na sua direcção, furando a linha e empurrando um puto de 4 anos fora do caminho, bem se enviar um puto para 30 metros de distância da banca é empurrar então ajudem-me. Nuno sorri e decide segui-la.

“Ela é tão encantadora.”

Miki enfia um grande pedaço de algodão doce na sua boca, snifa o ar á sua volta e corre em direcção a outra banca de comida rápida. Nuno decide segui-la.

“Ela é tão maravilhosa.”

Ela vira-se para o vendedor de fast food e pede 3 cachorros quentes, 2 pacotes de batatas fritas e uma coca-cola diet.

“Tenho que ter atenção com a minha figura! E traga uma saladita para o homem aqui ao meu lado.”

“Gosto tanto dela.”

Enquanto Miki trinca um pedaço, Nuno põe-se a olhar para ela.

“Miki, sabes que pareces tão encantadora neste momento?”

“Hmm? Está bem, está bem.”

“És tão linda...”

Nuno pega num dos cachorros e oferece-se para dar á boca da Miki. Miki abre a sua boca já cheia de comida. Nuno empurra para dentro da boca.

“Não cabe!”

Nuno empurra com mais força, fazendo com que ela se engasgasse. Nuno suspira contente enquanto a via-se engasgar.
“Ela é simplesmente... perfeita!”
---------------

Fiby-chan que andava á procura da Maria, encontrava-se á frente da viagem do túnel.

“Pergunto-me onde estará a Maria? Fogo, eu espero que o violador ainda a não comeu! OH SENHOR VIOLADOR, ELA NÃO É TÃO APETITOSA COMO PARECE! NÃO DEVORE A MINHA AMIGA!”

Fiby-chan desfaz-se em lágrimas e corre pelo meio de uma multidão. Nesse momento Maria e um Ruca molhado saiam da viagem.

“Wow, foi deveras aborrecido! Não façamos mais isto! Posso agora escolher uma viagem mais espectacular?”

Ruca olha para a rapariga. Ela era tão chata como era gira e apetitosa.

“E que tal irmos na viagem CALA O RAIO DA BOCA ANTES QUE TE MATE?! Hmm? Parece divertido?”

Maria começa a choramingar. Ruca passa-se.

“CALA-TE! CALA O RAIO DA BOCA! ESTOU FARTO DAS TUAS QUEIXAS!”

Ele ergue a sua mão para atingir a Maria, mas esta com o seus reflexos agarra na mão e morde-a.

“AH, SUA PEQUENA CABRA! Oh, como eu te odeio--”

Ruca acanha-se quando depois repara que á sua volta se encontrava uma multidão a vigia-lo. Ruca ajoelha-se e abraça a Maria.

“Nada para ver aqui! Só um pai e uma filha a ter um momento pai-filha! Não é, querida Maria--”

“EWWW TIREM ESTE MALUCO DE CIMA DE MIM! AACK ELE ESTÁ A MOLESTAR-ME! AAAAH! EU SINTO A SUA MÃO DEFORMADA NO MEU CÚ! EWWWW TIREM ESTE TARADO DE CIMA DE MIM!”

Ruca fica nervoso quando um segurança do parque se aproxima.

“Eu juro que ela aprendeu aquilo com a mãe! Ela só está a brincar, hehe!”

Maria acena a cabeça violentamente e morde novamente a mão do Ruca.

“Ela foi sempre atrevidota, não acha?”

“Sim, e se não me largares eu arranco-te o pénis á dentada!”

“...Hehe, ela também aprendeu isso com a mãe...”

O segurança decide tirar o cacetete e começa a bater no Ruca. Maria salta dali para fora e agarra-se ao casaco do segurança. O guarda ri-se.

“O que queres pequena?”

“Será que posso,”

Maria ri com um olhar inocente.

“Será que posso dar-lhe pancada também?”

O homem pensou durante um bocado e decide dar-lhe o bastão.
---------------------

“Hmm, a minha mente diz-me que há porrada aqui perto e não sou eu a bater. Tenho que ir lá.” diz uma Fiby-chan ansiosa por molhar a sopa.

Fiby-chan dirige-se para a multidão e fica contente por encontrar a Maria.

“Maria, sua idiota! Estive por todo o lado á tua procura!”

Maria parou de bater no Ruca e olha para a Fiby-chan.

“Também estive á tua procura! Mas este maluco apareceu e tentou molestar-me!”

“A sério?! Vamos mata-lo!”

Diga-se que depois disto descambou bastante ao ponto do Ruca vomitar comida, sangue, um dedo de uma rapariga, e com um pontapé no estomago, um orgão aleatório.

Ruca, que se encontrava no chão a tossir sangue, conseguiu dizer, “Ei, era só um figado! Tenho bastantes desses no armário lá em casa!”

Ruca lá se conseguiu levantar e persuadir os guardas que não molestou criança nenhuma. Depois agarrou nas duas moças e entrou no restaurante mais próximo.

“Eu não tenho fome!”

“Cala-te! Eu acabei de vomitar um fígado e a minha última refeição por isso estou esfomeado!”

Ruca agarra na empregada mais próxima e pede um hamburguer com extra ketchup.

“Senhor, eu estou a atender outra mesa, tenha um pouco de paciência--”

“Olha cabra, a não ser que queiras que eu em vez de extra ketchup eu queira o teu sangue, é melhor que te despaches! Agora corre!

A moça corre apressada para o balcão para despachar o pedido do Ruca. Ruca limita-se a olhar para as duas moças sentadas com ele.

“Ah, tão giras... mas bastante perigosas! Acho que as irei comer como que um aperitivo antes do jantar!”

Um largo barulho podia ser ouvido lá fora.

“Calma Miki, calma!”

“EU QUERO A MINHA REFEIÇÂO NÚMERO 2!! MOOORRREE!”

O homem lá conseguiu que ela se acalmasse um pouco e atirou o saco com a comida contra a sua cara. Ela mordeu o saco e abanou-o violentamente com os seus dentes como um cão raivoso, fazendo com que o seu conteúdo caísse no chão para que ela pudesse comer. Nuno suspira contente.

“Como ela é gira...”

Fiby-chan corre na sua direcção e começa a fazer-lhe festas na cabeça.

“Boa rapariga! Boa Miki! És uma boa rapariga, não és? Aww! Olha para ti a espumar da boca e parecendo... muito... perigosa... ok, vou-me afastar devagar!”
--------------

Tita andava pelo parque sozinha e procurando algum divertimento. Alguns rapazes mais atrevidotes começaram a atirar-se a ela, mas ela ignorava-os.

“Ei miúda, nós estamos a falar contigo!”

Um dos gajos agarrou no seu ombro mas acabou por receber um pontapé na tola.

“Heeee-yah! Desamparem-me a loja.”

Uzukya-chan e as suas técnicas de porrada vieram e limparam as sanguessugas que não largavam a Tita.

“Estás bem?”

“Hmm...”

Tita murmura e suspira. Yup, algo não está bom. Uzukya-chan agarra nela pelos ombros e começa a abana-la.

“Vamos divertir-nos!”

“Não me apetece...”

“Então pelo menos vamos ali ao bar beber qualquer coisa. Pelo menos lá há álcool!”

“A sério? Porque é que não dizes-te!”

Ambas correm na direcção do bar.

“Vamos afogar as nossas magoas com licor!”
----------------------

Depois de já terem chegado.

“Quer dizer -hic- Eu até gosto dele mas -hic- ele é só o meu companheiro de coisamento!”

“Então só é uma coisa -hic- casual, querida! Truca, truca e fugir! Hahaha-hic-hahaha!”

“Ah, és bestial Sarah! Moça espectacular! Ei senhora, mais cerveja! De que estávamos a falar? Oh sim, do Verdes! Será que devo considera-lo como um companheiro de coisamento?”

“Claro! Ou uma amizade colorida! Quer dizer -hic- vocês já coisaram, não foi?”

Tita cora e fica tão vermelha que nem o álcool podia produzir um corar tão forte.

“N-não...”

“MENTIROSA. EU OUVI VOCÊS OS DOIS A COISAR A UM QUILOMETRO DE DISTÂNCIA! AHAHAHAHAHA!”

Um casal perto corou e parou de comer. A família de turistas de mais cedo estava sentada numa mesa perto das duas. O pai levantou-se e apontou para a Tita, obviamente bêbado.

“Ela têm razão! Nós estava-mos lá! Não mintas!”

“Querido, senta-te! Estás-me a embaraçar...”

“Cala-te!”

Tita olha para ele e volta a beber mais um gole da bebida.

“Eu -hic- não sei o que pensar. Talvez devesse deixar de pensar em homens.”

“Isso seria altamente!” disse o homem enquanto a sua cabeça pensava coisas que não devia.

“Quer dizer -hic- está claro que eu não consigo lidar com homens! Talvez devesse virar lésbica!”

“É plausível... bem se tu virares lesbo, chama-me! Eu, tu e a Miki seria uma menage altamente!”

“...Ou talvez não...”

“Wow! Esta bebida é altamente!”

Tita decide beber outra bebida. Uzukya-chan levanta-se e limpa a boca com a sua manga.

“Anda lá, vamos embora!”

“...Para onde?”

“Para a montanha russa! Estou tão bêbada que irá fazer a viagem ser mais fixe!”

Tita pensou durante um bocado e decide juntar-se á sua amiga.
---------------

Depois da montanha russa.

“Teria sido ainda melhor se estivesse-mos mocadas...”

“...Sim, tens razão Tita. Deviamos ter -hic- apanhado um moca primeiro...”

Ambas saiem da atracção. Tita debruça-se e vomita mesmo em frente de um grupo de escuteiros. O lider grita horrorizado e fogem das duas.

“Como é que se atreve a ficar doente á frente das crianças, sua cabra anoréxica! Vá para outro lado!”

“Quem é que -hic- está a chamar de -hic- cabra anoréxica?”

Tita lança um projéctil-vómito para cima da mulher e ri-se de maneira triunfante.

“Toma lá cabra!”

A mulher gritou e fugiu dali. Uzukya-chan aplaudiu e riu-se.

“Touché!”
“Uzukya-chan, estou contente por teres aparecido quando apareceste.”

“Ai sim? Eu já estou contente por ter tido mais que uma linha neste capitulo!”

“Ok. Bem, este bonito momento sentimental vai acabar em 5,4,3,2--”

“TIIIITA! FINALMENTE ENCONTREI-TE! ESTÁ A FICAR TARDE! A UZUKYA-CHAN ESTÁ CONTIGO?”

Tita ri-se e acena na sua direcção.

“Sim, ela está comigo!”

Ela pôs o braço da Uzukya-chan por cima do seu ombro e ambas voltaram para junto do grupo.
Surpreendentemente, ambas Miki e Naomih pareciam inchadas e com cara de enjoo.

“Mas o que se passou com vocês?”

“Come-mos de mais. Estamos estoiradas...”

Disseram isso e caíram para o lado a seguir. Tita riu-se. Verdes que estava equipado com uma trela, uma bola na boca e mais material S&M, estava quieto á frente da Loba. O Ruca, surpreendentemente, estava vivo e a passar despercebido por todo o grupo.

“Vamos embora!”

E com isso, eles saíram, caminhando pelo pôr-do-sol abraçados, a vomitar, e bêbados como tudo.
--------------------------

E está feito. Quase tenham gostado sou gajo para continuar com estes remakes, feitos com mais tempo e sem pressão, da fic das férias carinhosamente apelidados de “Que c...... de férias!”

Até porque como a fic original está quase no fim e numa fase mais séria eu podia ir continuando com esta versão alternativa que se concentra mais no descambamento mas sem abusar demais nele, se não perde a piada.

Vocês é que decidem.

Próxima fic será a primeira sobre um anime.
E ainda não escolhemos qual será mas quando estiver pronta serão os primeiros a ler.

Ainda continuo á espera de quem não se importe de aparecer numa fic mais picante.
Podem escolher o vosso parceiro para a fic e tudo, e não precisa de ser alguém deste fórum.

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Sex Jul 18, 2008 9:49 pm

Loba arrasta-o pela trela OO


RASEc como diria um aprvalhao la da formaçao.... POR AMOR DA SANTA! tu keres morrer?
òó
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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Seg Jul 28, 2008 9:43 am

Como prometido aqui está mais uma mini mas sem álcool.
É a primeira baseada num anime e que não é para a palhaçada.
Chega até a ter alguma lamechice.
Tinha algumas dúvidas de fazer isto já que nunca fiz uma fic sem ter a dita palhaçada acho que ficou fixe.

A escolha do anime foi da MP que disse que já estava farta que a maioria das fics do Inuyasha ou eram sobre a relação Inuyasha/Kagome ou Inuyasha/Kikyou e então a gente lembrou-se de fazer uma que não agradasse aos fãs de uma relação nem aos fãs da outra mas sem introduzir outra personagem feminina.

Sempre seria diferente.
Aqui está:
----------------------------------
Encontro

O grupo estava cansado de tantas viagens, eram inúmeros os dias que caminhavam numa terra de demónios e Humanos, mas era algo necessário. Particularmente nesse dia haviam andado durante horas num ritmo acelerado, tinham recebido uma notícia de que Naraku, o mais velho e cruel dos vilões que competia com eles a reunião de uma jóia, se encontrava escondido num lugar que não ficava nada perto de onde estavam e para tentar chegar ao local, antes que o vil vilão tentasse escapar novamente, aceleravam o máximo que conseguiam.
“Chega” foi a palavra praticamente imposta e definitiva para que parassem de andar, apenas dois componentes do grupo não estavam definitivamente cansados. Um era, obviamente, Inuyasha, por ser meio-demónio aquela corrida praticamente não significava nada de mais para ele e Kagome que era levada nas costas do mesmo, os demais estavam a ir a pé, tudo porque a Kirara havia magoado uma das patas numa batalha contra uma centopeia demónio e agora era carregada nos ombros pela Sango.

- Ham...vocês são mesmo muito lentos – Reclamou Inuyasha.

- Tu dizes isso...- respira - porque tens um físico bom e...- para novamente para respirar - és um meio-demónio... – responde Miroku cansado.

Inuyasha então percebe o quanto cansados estavam os seus amigos, sabia o que era ser apenas humano, nas noites de lua nova, e então resolve parar de vez e dar um descanso aos companheiros.

- Cansados como estão, não serviriam para muita coisa numa luta contra o Naraku, podem descansar. – Resposta espontânea como sempre.

- Inuyasha...SENTA-TE! – Obviamente era Kagome quem dizia.

- Inuyasha, seu idiota! – Um diálogo mais que óbvio, era Shippou quem dizia.

- O que foi que eu falei de mais – Falava nervoso o meio-demónio.

Estariam iniciando uma nova briga, estando de fora apenas Sango, Miroku e Kirara que já estavam praticamente caídos de tanto sono, quando um pequeno barulho de um arbusto os coloca em alerta, percebiam agora que talvez estivessem sendo observados, um vulto começa a andar, para longe entrando na noite, o guerreiro de camisa vermelha ainda se encontrava ao chão, devido à Kagome que o colocou lá, e não pode ir de imediato, mas pensou consigo mesmo “Este cheiro...”
Levantou-se e correu.

-Espera...Inuyasha! – Grita a colegial.

“É ela! É Ela!” saiu correndo desesperado e não demora a chegar a uma estrada onde uma sacerdotisa parecia já estar á sua espera, olhando-o com aquele já famoso ar misterioso e neutro, aquele ar que tanto o deixava apaixonado. “A luz da lua parece deixá-la mais bonita” pensava quase que inconscientemente.

- Olá, Inuyasha.

Sua voz irrompia com um certo silêncio que precedia a alguma coisa, um silêncio que se preenchia apenas com alguns barulhos nocturnos comuns, mas para ele aquela quebra foi algo que muito queria.

- Kikyou...tu...

-Eu vim apenas alertar-te que foi falsa a informação que vocês receberam. Naraku não está nesta região.

Ele suspira pela falsa pista e lamenta consigo mesmo por ter caído num possível truque do inimigo. Ela começava a se virar para ir embora, mas ele desce até a estrada e pega no seu braço. A sacerdotisa vira-se e encara-o directamente nos olhos.

-Não fujas mais uma vez, Kikyou. Fica comigo.

Ela apenas continua observando-o, muda, e tenta virar-se mais uma vez, mas ele ainda segura o seu braço.

-Deixa-me ir, Inuyasha.

O guerreiro ouve aquelas duras palavras, mas não desiste, puxa a sacerdotisa pelo braço e a envolve num abraço forte.

-Não...Inuyasha...nós já passamos por isto antes, um abraço não pode resolver as coisas.

-Realmente não pode – Resolve responder ele – mas ajuda a diminuir a tamanha falta que eu sinto de ti.

- A falta que eu faço já é preenchida por aquela menina...

Um certo ar de ciúmes parecia vir impregnado naquelas palavras, ele sente-se de certo modo feliz, mas de certo modo triste, não podia negar que gostava da Kagome, mas sentia o mesmo, mesmo com a distância de 50 anos, mesmo com a distância que tinham um do outro agora, por aquela que agora estava envolta nos seus braços, porém, claro, de um jeito diferente daquele que sentia pela Kagome.

-A tua falta é única...

Parecia fugir até à sua personalidade aquelas palavras, mas estava sendo o mais sincero que podia com ela, sentia-se confidente, apesar de todas as coisas ruins que passaram juntos; apenas as boas ele gostava de recordar. Afasta um pouco a moça dos seus braços e passa a mão na sua face, era tão lisa, acolhedora; enquanto as suas mãos eram tão calejadas, mas ela parecia não se importar com aquilo e de certo modo inclinava a sua cabeça e fechava os seus olhos sentindo o carinho, á que tempos que não recebia tal contacto tão intimo e confortante.

-Naraku...é ele o problema...a nossa união não foi permitida por ele – A expressão dele assumia ares de muita raiva e ódio ao que ela reparou.

Tirou a mão do rosto dela. – Eu vou matá-lo. Vem comigo, junta-te ao meu grupo. Vingando a tua morte tu ficaras finalmente comigo.

-Não – Disse quase que espontaneamente.- para ambas as suas afirmações.

- Mas porquê!?

Ela tenta virar-se mais uma vez, parecia querer evitar aquele momento, mas ele não a deixava escapar novamente e mais uma vez puxa-a para perto dele, só que desta vez os seus olhares parecem encontrar-se, mas agora de um jeito terno, como nunca havia acontecido antes.

- Kikyou...tu tens um cheiro tão bom...

E de ambas as partes um beijo acontece, longo demorado, envolvente; enquanto isso, um vulto, que observava todo o diálogo, desde o começo, um vulto que encontrava-se atrás de um arbusto acima da estrada, levanta-se e sai. Era um vulto que seguia triste, derrotado. Eles param de se beijar. Ela olha para ele.

- Aquela menina..ela acabou de sair daqui.

-Ela viu tudo! – Perguntou assustado.

- ...podes ir atrás dela...

- Mas...Kikyou...espera-me aqui!

Ele sai correndo, “Kagome pode estar arrasada” pensa consigo mesmo, não negava que sentia um carinho especial por ela, sabia que ela sentia algo por ele. A sacerdotisa apenas segue o seu rumo e não espera por ele, mesmo que a contragosto, além de que sabia que o sonho do meio-demónio era algo impossível, mesmo ela gostando dele intensamente “Melhor que fique com ela, minha intervenção serviu para que ele saísse correndo para os braços dela para consolá-la”.

Ele encontra a garota já deitada, e com o lençol cobrindo a sua cabeça “Kagome...” pensa, desiste e volta correndo para a estrada aonde havia deixado a Kikyou, ela não se encontrava mais lá, o seu cheiro já não se encontrava tão perto e ele resolve que seria melhor que ela realmente não os acompanhasse, percebendo o conflito que poderia ocorrer entre as duas. Sobe para um lugar alto e senta-se, olhando a paisagem de cima. Estava com o coração dividido entre duas moças, não queria ter que escolher, porque sempre que estava com ambas formava um par diferente e gostava de ambos os resultados, não conseguia negar que não amava uma das duas, ambas o haviam salvo de qualquer forma.

Enquanto isso, debaixo dos lençóis, Kagome não conseguia dormir. “Ele ama-a” pensou triste como nunca, os seus olhos estavam cheios de quietas lágrimas, não podia evitar que ele gostasse da sacerdotisa, assim como não podia evitar de gostar dele, isso deixava-a triste, tinha visto tudo por detrás dos arbustos, e Kagome não queria falar com o Inuyasha, e por isso havia metido-se por debaixo de alguns lençóis cobrindo o seu rosto tristonho. Em volta dela todos dormiam derrotados pela caminhada ao longo do dia.

Kikyou seguia o seu rumo incerto, apenas ia para longe, um dos demónios que trabalhavam para ela trazia mais uma alma para preencher aquele corpo feito de barro e ossos. “Eu irei vingar-me do Naraku por nós dois, Inuyasha, mas não posso ficar contigo” outro demónio aparecia com mais uma alma de alguma jovem “fraquejei naquele momento...” lembrando-se do beijo “Mas mesmo feliz, mesmo vendo-te feliz...esta forma, estas almas...isso tudo não é vida, as únicas coisas que realmente mantém-me assim são o meu amor...e o meu ódio.”
Olhou para o luar. “Pensando bem, está mesmo uma noite muito bonita.”

- Fim -
---------------------------------------
Sei que há um episódio onde acontece uma cena parecida com esta mas usamos esse episódio só como guia e depois demos largas á imaginação.

E agora um extra.
Uma versão ainda mais mini, e com linguagem do povo, da fic resumida numa só imagem.
Spoiler:
 



Espero que tenham gostado.
Daqui a um tempozito espero ter a fic “A primeira vez” pronta para posta-la aqui.
Ainda estamos com umas dúvidas se devemos faze-la tipo ecchi ou mesmo hentai como o planeado desde o inicio.
E como infelizmente não há voluntários para entrar na fic terei que improvisar uns nomes.

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Última edição por Rasec dia Dom Jan 04, 2009 2:15 pm, editado 1 vezes
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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Qui Jul 31, 2008 10:37 pm

OMG adorei ^-^ “Que c...... de férias!” rula<3

E adorei o "encontro" também *.*
Essa imagem parte tudo, Rasec x'3

@EDIT: Quase me esquecia 8D
Mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais!!!

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MensagemAssunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro)   Seg Ago 04, 2008 7:33 pm

Fiby.chan escreveu:
OMG adorei ^-^ “Que c...... de férias!” rula<3

E adorei o "encontro" também *.*
Essa imagem parte tudo, Rasec x'3

@EDIT: Quase me esquecia 8D
Mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais, mais!!!


Nada como um momento fiby para encher o ego.

Mas está claro que haverá mais e a próxima será deveras picante.
E depois dessa a querida “Que c...... de férias!” voltará e desta vez a malta irá para uma estância de esqui em plenas férias de verão. Mas não se preocupem que haverá neve, pouca vergonha, o Ruca a levar na tromba e mais palhaçada que não digo porque ainda não pensei nela e nem a escrevi =P.

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