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| | | Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro) | |
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| Autor | Mensagem |
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Nick@ <3

 Número de Mensagens: 472 Idade: 16 Data de inscrição: 19/04/2008
RPG Nome: Blood Miaka Idade: 16 Objectivo na Vida: Encontrar-se com o seu destino @
 | |  | | Rasec

 Número de Mensagens: 916 Idade: 24 Data de inscrição: 18/02/2008
 | Assunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro) Seg Dez 29, 2008 3:31 pm | |
| Ui, sao uma droga. Isso não pode ser bom xD. Aqui vai uma muito pequenina e dedicada a ti. Espero que gostes. ------------------------------------ Neve (Dedicada á Nick@) - Olha lá, tu gostas da neve? Ela parecia uma criança.- Uhn? - Da neve. Tu gostas dela? A minha criança.- Ah, gosto, sim. Flocos de neve são brancos e bonitos. Parecem cristais. - Será que há neve no céu? Aquela criança inocente.- Como...? - No céu... Há neve? Porque, chegará a altura em que iremos para lá, não é? Aquela criança medrosa.- Tu não precisas de ficar a pensar já nessas coisas. - Porquê? Eu só quero saber. Se ela cai lá de cima, quem sabe se não cai lá do céu. Aquela criança que tem sonhos.- Deve ter, não sei. - Nee... Ela era a minha criança.- O quê? - Eu não tenho medo de morrer, desde que tenha vivido alegre... E brincar com a neve. A criança que eu amo.- ... - Não faças essa cara de parvo! Anda, vamos para a neve! Aquela criança adorável, meiga e mandona.- Já vou, já vou! - Anda lá seu molengão! A minha criança.E num baixo sussurro ele disse: “Eu amo-te”.
E em outro, ela respondeu: “Eu também”.
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|  | | Nick@ <3

 Número de Mensagens: 472 Idade: 16 Data de inscrição: 19/04/2008
RPG Nome: Blood Miaka Idade: 16 Objectivo na Vida: Encontrar-se com o seu destino @
 | |  | | Maria Moderadora

 Número de Mensagens: 1491 Idade: 19 Data de inscrição: 02/09/2007
 | Assunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro) Ter Dez 30, 2008 12:18 pm | |
| Tão pequena e tão bonita *_____* Adorei, posta mais 8D |
|  | | Uzukya-chan

 Número de Mensagens: 389 Idade: 13 Data de inscrição: 29/12/2007
 | Assunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro) Ter Dez 30, 2008 1:45 pm | |
| Já disse e volto a dizer... Que miséria 8D I mean...Kawaiii *____* Está pequena mas querida Rossi, I want more *runs* ~ _________________  Rossei just rocks, remember it (H) ~ |
|  | | Sofia

 Número de Mensagens: 265 Idade: 17 Data de inscrição: 29/08/2007
 | Assunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro) Qua Dez 31, 2008 4:22 pm | |
| sim está muito fofa =) hehe á lá Cromo Raro da Pintainha xP |
|  | | BlodyGirl
Número de Mensagens: 32 Idade: 21 Data de inscrição: 07/04/2009
 | Assunto: Re: Mini-Fics (metade do tamanho mas a maluquice por inteiro) Sab Abr 18, 2009 12:59 am | |
| Pois bem, eu pedi uma fic ao Rasec e ele apresentou-me uma que me deixou verdadeiramente sem palavras. Só posso agradecer-lhe por se ter dedicado tanto e dizer-lhe que apesar de odiar fic's lamechas que está vai ficar guardada cá dentro. Obrigado por tudo Rasec! Adoro-te! Sem título| Citação: | Desejava que podia ser a tal, a tal que te podia dar amor O tipo de amor que realmente precisas Desejava que te podia dizer que estaria sempre ao teu lado Mas, essa não sou eu. Precisas de alguém disposto a dar-te a sua alma e coração Prometer-te para sempre, isso é algo que não posso fazer…
Blody acordou com um suspiro e abriu os seus olhos. O grande quarto era iluminado pela luz do sol da manha e um suave cantar dos pássaros podia ser ouvido do lado de fora da janela aberta.
Ela sentia-se aconchegada e muito confortável na cama e o seu corpo recusava levantar-se. Mas eventos da noite anterior invadiram de novo a sua memória e fizeram-na ficar bem desperta.
Ela tentou virar-se para o outro lado mas um braço forte á volta da sua cintura prevenia-a de se mexer. Ela virou a sua cabeça ligeiramente e viu o Bill a dormir pacificamente ao seu lado. Ela fechou os olhos, saboreando o sentimento de felicidade do momento…
NÃO! Uma parte do cérebro dela gritou. Não esperes que ele acorde, só irá fazer as coisas serem mais difíceis para ti do que elas já são.
Com as mãos a tremer, Blody tirou com jeito o braço dele do caminho. Ao levantar-se, ela olhou de novo para ele.
Ele encontrava-se deitado de lado. Os dedos da Blody não resistiram a ir á cara dele e ajeitar alguns cabelos que estavam á frente da cara dele. Ele parecia tão calmo e perfeito deitado ali. Mas a jovem sabia o que tinha que fazer. Silenciosamente, ela pega nas suas roupas que estavam dobradas em cima da cómoda e mudou-se na casa de banho depois de se refrescar.
Quando ela saiu, ele ainda estava a dormir. Ao passar pela janela, ela olhou lá para fora.
O jardim estava bonito como sempre aquela manhã, com a fonte de água e um conjunto de flores á volta. Blody disse um adeus silencioso a tudo isto e estava pronta para virar-se quando um par de braços quentes a envolve pela cintura.
Eu podia dizer que eu era tudo o que precisavas, mas isso seria uma mentira. Eu sei que so te iria magoar, eu sei que só te faria chorar Eu não sou quem tu precisas…
“Pensava que só te levantavas cedo com o cheiro do pequeno-almoço na cama.” Sussurra uma voz masculina ao ouvido da Blody.
Isto não é bom, isto não é bom! Bill inclina a sua cabeça para brincar com o pescoço da Blody mas ela puxa-a para longe gentilmente. “Por favor não, Bill.”
Bill olhou para baixo para ela mas ela evitou os seus olhos. “Passa-se algo de errado, Blody?”
Ele só está a tornar isto ainda mais difícil. “Bill, eu…” o resto das palavras ficaram presas na sua garganta. Ele inspirou fundo antes de se aventurar a continuar. “Eu vou voltar para a minha terra.”
O jovem olhou para ela com atenção mas sabia que já há uns meses que ela andava um pouco pensativa e que talvez tivesse saudades de casa. Ele sorriu e abraçou-a com ainda mais força. “E ias-te embora sem dizer adeus?”
“Eu… Eu não te queria incomodar.” Mentiu Blody, evitando ainda os olhos dele.
Bill ri-se e beija o cabelo dela. Blody morde o seu lábio para prevenir que as lágrimas escapassem dos seus olhos. “Quando é que voltas?”
Houve uma grande pausa antes da Blody puxar gentilmente os braços do Bill acabando com o abraço e finalmente cruzou os olhos confusos dele com os seus cheios de lágrimas.
“Eu nunca mais volto.”
Espero que um dia arranjes alguma maneira de perceber Estou so a fazer isto por ti. Eu não verdadeiramente ir, mas no fundo do meu coração eu sei Isto é a coisa mais sensata a fazer. Irás encontrar alguém que será a tal que nunca poderei ser Que te dará algo melhor do que o amor que encontraras comigo…
Demorou um bocado até as suas palavras entrarem na mente do Bill. Ele largou um pequeno riso nervoso. “Muito engraçado, Blody.” Ele aproxima-se dela para lhe fazer uma festa na cara mas Blody evita a sua mão, abanando a cabeça e fazendo lágrimas escorrerem pela sua cara abaixo.
“Não estou a brincar Bill.” Disse numa voz calma.
Bill olhou para ela, não querendo acreditar no que estava a ouvir. “Mas… mas porquê?” pergunta ele incrédulo, o seu coração palpitava dolorosamente depressa contra o seu peito.
Blody vira-se para a janela para que o Bill não a visse chorar. “Isto não pode continuar, Bill. Tu viste como as pessoas olham para nós. ”Continuou com a voz calma, “Eu mal sobrevivi aos seus olhares e insultos na última noite. Nem sei o que ira acontecer se isto continuar assim muito mais. Eu não pertenço aqui.”
“Mas tu pertences ao meu lado.” Ele agarrou nos ombros dela e virou a cara dela para si. Ele conseguia sentir os tremores dela enquanto ela tentava travar as suas lágrimas mas falhava miseravelmente. “Pensava que tu amavas-me.”
“E amo!” dizia Blody soluçando enquanto Bill a agarrava. “É só que… todo o mundo está contra nós. Por mais forte que o poder do amor seja o mental não o é. E sinto que isso começa a afectar-nos. Para além da diferença enorme entre nós.” Ela fez uma pausa antes de continuar, “Eu amo-te, Bill. É por isso que eu faço isto, para o nosso bem. Um dia próximo, encontraras alguém quem amaras e que te amara e…”
“Não fales assim!” despertou Bill, abanando a jovem. “Tu sabes que eu nunca faria isso, Blody.”
“Mas tu deves.” Como é que o posso fazer entender? “Não falta raparigas interessadas em ti por aqui e acredito que brevemente irás simpatizar com uma.”
“Mas quem eu quero és tu.” Respondeu Bill em voz baixa, olhando para ela nos olhos.
Blody empurrou-o para longe de si. “Nós somos diferentes Bill” disse ela a chorar. “Já era sabido quando nos apaixonamos e apesar de nos amarmo-nos mutuamente a verdade é que a pressão é insuportável e a diferença não ajuda.”
“Mas sabes que te adoro. És tudo para mim.” Bill tentou abraça-la mais uma vez mas ela evitou as suas mãos.
“E as pessoas?” pergunta Blody a ele “E a família? Alguma vez me aceitaram?”
Bill não conseguiu pensar numa resposta para isto. Blody suspira e senta-se numa cadeira ali perto. “Nós estávamos errados em pensar que isto alguma vez poderia resultar.” Disse ela numa voz triste, “nós nunca- Eu nunca devia-“ suspirou mais uma vez e limitou-se a abanar a cabeça.
“Por favor Blody.” Bill ajoelha-se á sua frente, notava-se desespero nos seus olhos e voz, “Não faças isto a mim. A nós.”
“Eu sei que isto é a coisa correcta a fazer. A única coisa a fazer.” A voz da Blody pedia ao Bill que a percebesse. Ele levantou-se e estava a preparar-se para caminhar para longe mas Bill agarrou os seus braços à volta dela e abraçou-a com força.
Deixar alguém quando amas alguém é a coisa mais difícil de se fazer Quando amas tanto alguém como eu. Não, eu não te quero deixar, desfaz-me por dentro. Mas nunca serei a tal de quem precisas…
“Por favor Blody…”
Blody tremia ao mesmo tempo que tentava não chorar, “Não me tentes parar. Eu peço desculpa, mas o que eu disse mantêm-se. Um dia, irás esquecer-te de mim. Alguém irá amar-te muito mais do que eu te amei,” ela puxou Bill para trás e deu-lhe um sorriso triste, “irás ver.”
“Blody…”
Ela olhou para os olhos dele intensamente, “Eu peço perdão.” Ela dá um passo atrás. Bill tenta chegar-se á frente como se fosse para a parar de novo mas ela afasta-se dele.
Blody olhou para ele uma última vez, “Adeus, Bill.” Ela deixou cair uma última lágrima antes de se virar e sair pela porta.
Bill ficou quieto no local a olhar para a porta aberta, deixando que se introduzisse tudo no seu cérebro. Depois devagar, ele dirigiu-se para a casa de banho e fechou a porta, limpando os olhos lacrimejados com a parte de trás da sua mão.
Amor, nunca irá resultar, Eu amo-te, adeus… |
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